Do que a cantora Alcione precisa para ser feliz
Ela prepara um show repleto de hits, sambas de enredo e surpresas para apresentar no festival Casabloco, no Jockey Club, na quinta (29)
Alcione se lembra de festejar o Carnaval ainda menina em São Luís, onde “ficava encantada e assustada com as fantasias”.
Ao chegar ao Rio, no final da década de 1960, foi arrebatada por um amor em Verde e Rosa.
“A estação Primeira de Mangueira conquistou meu coração de imediato”, disse a maranhense, que prepara um show repleto de hits, sambas de enredo e algumas surpresas para apresentar no festival Casabloco, no Jockey Club, na próxima quinta (29).
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Ela falou a Veja Rio sobre o que faz o coração palpitar com força.
São 52 anos de carreira. Quais estratégias você usa para não deixar o samba morrer? Ser verdadeira e fiel a mim mesma e ao meu público. Sempre cantei o que gosto, gravo o que me emociona, sem me preocupar se os compositores são conhecidos ou não.
O que sentiu ao ver o vídeo do Wagner Moura comemorando a vitória do Globo de Ouro dançando a sua música? Nooossa, como se já não bastasse a emoção de ver o cinema brasileiro brilhando, ainda tive essa grata surpresa. Wagner moura, aquele “baiano sestroso”, como disse a Fernanda Torres, tem muito “molho” e é um dos melhores atores brasileiros.
Do que você precisa para ser feliz? Saúde, paz de espírito, estar com os meus… E de continuar cantando, porque cantar nunca foi apenas ofício, mas a paixão maior.





