“O papel do artista é manter viva a memória”, afirma Maria Casadevall
Ela encena Um Dia Muito Especial ao lado de Reynaldo Gianecchini, no Teatro Claro Mais, em Copacabana
Paulistana raiz, Maria Casadevall pretende desfrutar das maravilhas cariocas em sua primeira incursão teatral na cidade.
Ela acaba de estrear Um Dia Muito Especial, ao lado de Reynaldo Gianecchini, no Teatro Claro Mais, em Copacabana.
“Quando fiz novela, minha rotina se resumia a ir do estúdio para o flat. Agora, me sinto viajando com o circo, ganhando asas”, observou a atriz, que quer ir da praia aos cinemas de rua, passando por restaurantes vegetarianos.
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“Eu não bebo, mas como estarei com a galera da produção, devo conhecer alguns bares também”, contou Maria, que vê semelhanças entre a própria trajetória e a de seu companheiro de cena.
“Eu e Giane desabrochamos na TV, aos olhos do público. Em paralelo, buscamos o nosso timbre artístico”, analisou.
A peça mostra o encontro de uma dona de casa e um radialista gay em Roma, em 1938, quando Hitler (1889-1945) e Mussolini (1883-1945) uniram forças. “O papel do artista é manter viva a memória para denunciar os absurdos. Hoje, tem gente que não considera o fascismo um horror. Isso é inadmissível”, concluiu.







