Diogo Castelão: “O Spanta se renova por não ter nenhum tipo de preconceito”
"Há vários riscos inerentes, mas a gente trabalha para mitigá-los”, disse o empresário à frente do festival, cuja edição de 2026 começa na segunda (12)
Período de folga e descanso para a maioria dos mortais, os primeiros dias do ano são de intenso nervosismo para o empresário à frente do Universo Spanta, Diogo Castelão.
A partir desta segunda (12), mais uma edição toma conta da Marina da Glória, com atrações que vão da boiadeira Ana Castela ao rapper Filipe Ret.
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“É uma responsabilidade enorme unir as pessoas e fazê-las felizes. Há vários riscos inerentes, mas a gente trabalha para mitigá-los e oferecer conforto”, explicou.
E como manter a relevância? “O principal é não ter preconceito de raça, credo ou gênero musical. Para ser perene, o projeto deve dialogar com muita gente. Temos o line-up mais jovem da nossa história”, afirmou Castelão, que há 23 anos fundou o bloco Spanta Neném, embrião do festival.
O desfile deste ano, na Lagoa, será no dia 31 de janeiro. Só depois disso ele pensa em férias. “Mas são curtas, porque já preciso começar a formular o evento de 2027”, brincou. Antes disso, no entanto, ainda organiza o Festival Beco do Rato e o STU, circuito profissional de skate.





