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Dr. Jairinho tem medalha tiradentes revogada, maior honraria da Alerj

Já o ex-jogador e tetracampeão mundial, Branco, teve a medalha concedida em sua homenagem também nesta quarta (19)

Por Redação
19 Maio 2021, 17h16 • Atualizado em 19 Maio 2021, 17h23
Dr. Jairinho
Dr. Jairinho: ex-vereador é acusado também pela morte do menino Henry Borel (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
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  • A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quarta (19), a revogação da Medalha Tiradentes do vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho. A maior honraria da casa havia sido entregue a ele em 2007.

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    Acusado pela morte e tortura do enteado Henry Borel, de apenas 4 anos, Dr. Jairinho está preso preventivamente desde o dia 8 de abril, assim como a mãe do menino, Monique Medeiros. Jairo também é alvo de um pedido de cassação do seu mandato na Câmara.

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    “A honraria da Medalha Tiradentes é destinada a estimadas pessoas relevantes da causa pública do Estado do Rio de Janeiro e, para isso, não é cabível que pessoas envolvidas em escândalos tão brutais estejam entre os homenageados pela honraria”, disse o deputado Noel de Carvalho.

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    Nova homenagem

    Em contrapartida, a Alerj também aprovou, nesta quarta (19), a concessão da medalha para o ex-jogador de futebol Claudio Ibrahim Vaz Leal, conhecido como Branco, tetracampeão mundial pela seleção brasileira em 1994.

    Ex-jogador Branco
    Branco: ex-jogador é o terceiro lateral-esquerdo com maior número de partidas disputadas na seleção, atrás de Júnior e Nilton Santos (CBF/Divulgação)
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    Atuando no Fluminense desde os 18 anos, Branco se destacou ao ganhar o tricampeonato carioca de 1983, 1984 e 1985, além do Brasileiro de 1984. Foi participante de três Copas do Mundo e autor do gol que garantiu a vitória do Brasil por 3×2 contra a Holanda, levando o Brasil às semifinais da Copa de 1994.

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    Hoje, Branco coordena seleção brasileira masculina de base na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Neste ano, ele chegou a ser internado e intubado em decorrência de complicações da Covid-19, recebendo alta no dia 3 de abril, após catorze dias de internação.

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