A expectativa da novata Juliane Gamboa, indicada ao Grammy Latino
“Como mulher negra, tenho o compromisso de romper o silêncio”, resumiu a cantora petropolitana
Prestes a embarcar para Las Vegas, a fim de acompanhar a cerimônia do Grammy Latino, no dia 13 de novembro, a cantora e compositora de 30 anos Juliane Gamboa sabe que sua vida está prestes a mudar.
Menos de um ano depois de lançar seu primeiro disco, Jazzwoman, a petropolitana radicada há uma década no bairro da Gamboa foi indicada ao prêmio de artista revelação.
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“Esse troféu é um dos mais cobiçados e traz muita visibilidade. Meu álbum é fruto de financiamento coletivo, jamais imaginei que esse reconhecimento chegaria tão rápido”, observou a artista, que une jazz, samba e MPB e vem recebendo elogios da crítica especializada.
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Ela começou a cantar em corais de igreja e publicava vídeos soltando a voz sem compromisso, até que resolveu investir no sonho de infância.
“Tentei fugir desse caminho, me formei em história da arte pela UFRJ, mas o chamado da música foi mais forte”, explicou a jovem, que se inspira em precursoras como Alaíde Costa e Tânia Maria. “Como mulher negra, tenho o compromisso de romper o silêncio”, resumiu.







