Para Pedro Henrique França, parar não é uma opção
“É cansativo levantar a bandeira da pessoa com deficiência o tempo todo, mas não posso me dar ao luxo de parar” disse o repórter do Glô na Rua
O cineasta, ator e jornalista Pedro Henrique França está aproveitando o Carnaval para mostrar que o lugar de uma pessoa com deficiência é onde ela quiser.
Repórter do Glô na Rua, ele participa dos programas matinais da TV Globo com notícias e entrevistas relacionadas à época mais divertida do ano.
“O nosso universo de possibilidades ainda é rarefeito. Eu apareço dois minutos por dia, mas sei que isso faz muita diferença para uma pessoa com deficiência”, analisou o paulistano radicado no Rio desde 2010. Sua principal bandeira é fazer o Brasil entender que quem tem deficiência não é incapaz.
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“A gente evoluiu bastante em questões de gênero e sexualidade, mas o capacitismo ainda é naturalizado. A TV reforçou isso por décadas, inclusive. Mas não podemos recuar”, apontou o artista, que tem nanismo e expõe sua vivência em podcasts, documentários e na peça Meu Corpo Está Aqui, que aborda o sexo pelo olhar PcD e terá sessão no Rio em abril.
“É cansativo falar disso o tempo todo, mas não posso me dar ao luxo de parar”, concluiu.





