A principal lição que Flávio Canto aprendeu à frente do Instituto Reação
"Percebi que esse é um projeto de transformação pessoal", atesta o ex-judoca que prepara inauguração da nova sede da organização
“Meio atordoado.” É assim que o ex-judoca e fundador do Instituto Reação Flávio Canto se sentiu logo após o leilão que arrecadou 3,1 milhões de reais — valor recorde — para a organização.
Entre as experiências oferecidas estava uma visita ao ateliê de Vik Muniz, com direito a obra personalizada.
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Outro item disputado foi um jantar a seis mãos, unindo Felipe Bronze, Rafa Costa e Silva e Claude Troisgros na casa de quem desse o maior lance.
“Vivências como essas não têm preço”, pontuou Canto.
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“Ao longo de 22 anos à frente do instituto, percebi que esse é um projeto de transformação pessoal. Muita gente me procura dizendo que quer ajudar e, ao colocar a mão na massa, percebe o contrário: quem evoluiu foi ela”.
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Para 2026, o desafio é inaugurar a nova sede. “Os espaços de treinamento de judô vão se equiparar aos melhores do mundo. Também teremos um museu para contar a história da Rocinha”, adiantou. A ideia é fazer do novo polo um ponto de encontro de cariocas e turistas. Que assim seja.





