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Por que Rebeca Andrade não quer disputar o individual geral em Los Angeles

A atleta do Flamengo disse ainda que só em caso de mudança drástica ela voltará a disputar a prova em que conquistou duas medalhas olímpicas

Por Da Redação
2 ago 2024, 16h27 • Atualizado em 2 ago 2024, 19h26
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Rebeca Andrade: o corpo à exaustão (Luiza Moraes/COB/Divulgação)
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  • Uma medalha de prata que vale ouro, afinal, no topo do pódio, estava a americana Simone Biles, imbátivel, a melhor de todos os tempos. Todo o esforço da ginasta Rebeca Andrade, no entanto, cobra um preço.

    Após a conquista na olimpíada nesta quinta (1º), a atleta de Guarulhos afirmou que não pretende mais participar de competições de individual geral, nas quais as ginastas passam por todos os aparelhos.

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    “Eu já trabalhei isso na minha cabeça, queria que fosse uma competição especial, porque vai ser o meu último individual geral”, disse a brasileira de 25 anos em entrevista à TV Globo.

    A atleta do Flamengo disse ainda que só em caso de mudança drástica ela voltará a disputar a prova em que conquistou duas medalhas olímpicas (a primeira foi em Tóquio, há três anos).

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    “O individual geral exige muito do meu corpo, principalmente os membros inferiores, minhas pernas, joelhos. Mas o futuro a Deus pertence. Vai que, do nada, dá um ‘tchan’ na minha cabeça e meu corpo melhora”, finalizou, deixando abertas as possibilidades de mudar de ideia.

    Hoje aos 25 anos e no auge, Rebeca pensou em desistir. Entre os 16 e 20 anos de idade, ela enfrentou três cirurgias no joelho. A primeira a tirou dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em 2015, a seguinte comprometeu sua participação no Mundial de 2017.

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    Após o feito em Paris, Rebeca Andrade se tornou a mulher com mais medalhas olímpicas no Brasil. Agora, ela tem quatro na coleção (e ainda vai disputar mais três, no solo, na trave e no salto), superando a ex-jogadora de vôlei Fofão, que tem uma de ouro e duas de bronze, e a judoca Mayra Aguiar, que conquistou três bronzes.

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