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Banho de mar à noite: 13 pessoas morreram em 2025; saiba os perigos

Corpo de Bombeiros alerta que mergulho após o sol se pôr se torna perigoso porque as pessoas perdem a noção da profundidade do mar e da distância da areia

Por Da Redação
24 fev 2025, 17h07 •
Ipanema: as praias têm lotado também de noite
Ipanema: as praias têm lotado também de noite, mas bombeiros pedem que banhistas não mergulhem (Fernando Frazão/Agência Brasil)
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  • Com a temperatura inclemente em plena onda de calor no verão carioca, as praias têm ficado cheias mesmo depois que o sol se põe.

    Para o Corpo de Bombeiros, no entanto, esse hábito é muito perigoso. Desde o início do ano, treze pessoas morreram ao se aventurar em mergulhos noturnos nas praias cariocas e fluminenses.

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    O grande problema é a falta de visibilidade, devido à iluminação mais baixa. Isso atrapalha o banhista na hora de enxergar as ondas e as pedras no mar. Também fica mais difícil perceber a correnteza e as chamadas “valas”, responsáveis por grande parte dos afogamentos nas praias.

    Os bombeiros alertam que mergulho após o sol se pôr se torna perigoso porque as pessoas perdem a noção da profundidade do mar e da distância da areia, e isso pode acarretar num afastamento excessivo da faixa de areia, impedindo o banhista de voltar.

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    Além disso, à noite fica complicado detectar a aproximação de animais marinhos, como águas-vivas e peixes venenosos, que podem causar queimaduras e até morder os banhistas.

    Ainda segundo a corporação, desde o início do ano já foram registrados 50 salvamentos marítimos durante a noite.

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    O passeio na praia está liberado, segundo o Corpo de Bombeiros, desde que os visitantes se limitem à areia.

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