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Casa Escrevivência, de Conceição Evaristo, é um charme a mais na Prainha

Espaço reúne biblioteca e trabalhos da escritora, e tem como público prioritário escolas públicas, professores, pesquisadores e artistas, entre outros

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 abr 2023, 19h26 • Atualizado em 8 Maio 2023, 18h18
A escritora Conceição Evaristo é uma mulher negra com cabelos grisalhos cacheados. Ela está olhando para a câmera e sorrindo. Ela está usando blusa estampada com tons de azul, usa um brinco branco em formato de gota vazada e está na frente de uma porta vermelha com batente amarelo.
Conceição Evaristo: escritora prepara a Casa Escrevivência (Lis Pedreira/Divulgação)
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  • Um dos grandes nomes da literatura contemporânea, a escritora Conceição Evaristo acaba de materializar um desejo: a Casa Escrevivência, no Largo de São Francisco da Prainha. O espaço abriga a biblioteca e trabalhos da autora, e será aberto ao público em geral em junho. A sede provisória fica no Beco João Inácio, 4, Saúde.

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    “O sonho da Casa Escrevivência nasceu do incômodo que sinto ao olhar a minha biblioteca e reconhecer que os livros postados nas estantes são objetos mortos e só ganharão vida na medida em que forem lidos, pesquisados, usados“, escreveu Conceição em suas redes.

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    O espaço será voltado prioritariamente para escolas públicas, professoras(es), pesquisadoras(es), artistas e pessoas interessadas em ações culturais voltadas para o coletivo. No futuro, a ideia é hospedar pesquisadores e oferecer bolsas de criação.

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    “Escrevivência” é um termo que foi criado pela escritora, unindo as palavras “escrever” e “vivência”, e que se refere a uma escrita a partir das próprias experiências do autor e, mais especificamente, marcada pelas experiências de mulheres negras na sociedade brasileira.

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