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Drica Moraes

A atriz de 43 anos, depois de submeter-se a um complexo tratamento médico e vencer uma leucemia, tornou-se um exemplo de superação ao voltar aos palcos e à televisão

Por Da Redação
5 dez 2012, 16h23 • Atualizado em 5 dez 2016, 15h17
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drica-moraes-01.jpg (Redação Veja rio/)
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  • Entre os temas abordados na peça A Primeira Vista, do canadense Daniel MacIvor, estão a passagem do tempo, a impulsividade da juventude e os mistérios da morte. De alguma forma, eram também questões que perpassavam a vida de Drica Moraes em 2010, quando ela recebeu o texto da amiga e atriz Mariana Lima. A ideia era que as duas estrelassem uma montagem brasileira do espetáculo. Mas havia um significativo porém: na ocasião, Drica estava internada para tratar uma leucemia mieloide aguda, descoberta apenas alguns meses antes. “Disse que não sabia se seria capaz de voltar aos palcos em um prazo razoável, mas comecei a ler o texto mesmo assim”, lembra. Durante um ano, a partir do diagnóstico, ela deixou a carreira de lado para se entregar a um dificílimo tratamento, que incluiu sessões de quimioterapia e um transplante de medula. Em meados de 2011, já recuperada, decidiu que era a hora de retornar ao texto. Começaram, então, as leituras coletivas e os ensaios com Mariana e o diretor, Enrique Diaz ? o primeiro namorado de Drica e, atualmente, marido de sua colega de cena. Nessa relação íntima do trio misturavam-se outros assuntos abordados na peça, como amor e amizade. “Ao longo desse processo, fui ganhando o tônus que faltava, aprimorando a parte sensorial e física”, lembra a carioca, atualmente com 43 anos, mãe adotiva de Mateus, de 3.

    O esforço foi recompensado: a peça de MacIvor, que estreou no Teatro Poeira em março último, é uma das melhores do ano, elogiada pela crítica e prestigiada pelo público ? foram quatro meses no primeiro palco e mais dois no Teatro do Leblon, antes que a montagem começasse a viajar. Com uma performance comovente, Drica ainda foi agraciada com uma indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz. “O que eu passei com a doença me fez perceber a beleza do tempo. E a peça se colava àquele momento da minha vida, tratando esse tema de maneira poética e afetiva”, avalia ela, que hoje se vê menos escrava de compromissos e planos de longo prazo. “O futuro, para mim, é daqui a seis meses, no máximo. Estou buscando qualidade de vida. Minha prioridade hoje é não estar agendada o tempo todo, é ter momentos para me exercitar, para estar com o meu filho.” Desde setembro encarnando a invejosa Nieta de Guerra dos Sexos, na Globo, Drica se prepara para encenar A Primeira Vista em Portugal, em dezembro.

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