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Triste estatística: Rio tem 20% a mais de casos de feminicídio em um ano

Só nesta terça (26) foram três registros, incluindo o assassinato de uma jovem de 24 anos, pelo ex, com 47 anotações criminais e foragido desde 2016

Por Da Redação
27 jul 2022, 17h50 •
Mulher com a marca de um x vermelho na palma da mão.
Programa Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica: qualquer mulher que se sinta em situação de ameaça, deve fazer um X vermelho na palma da mão. (Internet/Divulgação)
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  • A impressão que temos ao saber de cada vez mais casos de feminicídios está comprovada pelas estatísticas: o número de crimes deste tipo cometidos no estado do Rio no primeiro semestre deste ano já é quase 20% maior que o do mesmo período no ano passado. Foram 48 mortes de mulheres por seus companheiros ou ex nos seis primeiros meses de 2021 e 57 no mesmo período de 2022, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). Só nesta terça (26), três casos foram registrados mas nem entraram nesta estatística ainda.

    + Três das quatro operações mais letais ocorreram em pouco mais de 1 ano

    Um desses crimes foi cometido por um homem que tem 47 anotações criminais e estava foragido desde 2016. Como não estava preso, Queven da Silva e Silva, que responde a 18 processos, cumpriu as ameaças que fez à ex-mulher, Sarah Pereira, de 24 anos: invadiu seu apartamento e a atirou pelo menos 16 vezes nela, que morreu na hora. O assassinato aconteceu de madrugada desta terça (26), no Centro. Queven acabou preso e confessou o crime: “Dei um tiro na porta, subi, dei um tiro no portão, dei outro tiro na porta, entrei dentro do quarto, meu filho e minha filha deitados, o cara lá pelado, ela tinha corrido pro quarto da irmã dela, pedi para a irmã dela sair e matei ela. Dei tiros nela. Muitos”, disse o assassino.

    Em Niterói, o corpo de Letícia Dias, de 27 anos, foi encontrado com perfurações provocadas por arma branca. Letícia tinha ido buscar os filhos na casa do ex-companheiro quando foi assassinada. Ele é o principal suspeito do homicídio. Segundo testemunhas, Flávio Fonseca, de 36 anos, seguiu a vítima, deu um soco em suas costas e depois a golpeou com uma arma branca na altura do pescoço. Letícia tentou pedir ajuda na Associação Moradores Amigos Beira Lagoa Piratininga (Amorbela), mas acabou não resistindo e morrendo no local. Flávio teria fugido.

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    Outro caso ocorreu em Maricá, na Região dos Lagos. Uma jovem de 18 anos, que estava desaparecida há uma semana, foi encontrada morta. O corpo foi encontrado sem roupa em uma estrada. O suspeito do crime é um homem que também teria atacado outras mulheres da região.

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