Sabrina Sato: “Até pisar numa escola de samba, eu me sentia um ET”
Rainha de bateria da Vila Isabel há 16 anos afirma que, na adolescência, acreditava não pertencer a lugar nenhum
Um arco-íris cravejado de 10 000 cristais aportou na Sapucaí por volta das 23h30 desta terça (17), pouco antes do início do desfile da Vila Isabel, que homenageia Heitor dos Prazeres. Rainha de bateria da escola há 16 anos, Sabrina Sato está vestida de Aquarela do multiartista carioca, que tem as cores fortes como marca. E diz que, à frente dos ritmistas da azul e branca, encontrou o seu lugar.
“Quando eu era criança e adolescente, achava que eu era um ET, não me encontrava. Não ia bem na escola, acreditava que não pertencia a lugar nenhum. Quando pisei numa escola de samba, na Vila Isabel e na Gaviões da Fiel (de São Paulo), falei: ‘Pertenço a este lugar, encontrei meu povo, a minha família’”, confessa Sabrina.
Sob os olhos do amado, Nicolas Prattes, que a escolta com uma camisa rosa onde lê-se “apoio rainha”, Sabrina diz que o coração está “muito colorido”, como a fantasia dela.
“Com ele ao meu lado, vou receber mais amor, mais apoio. O Nicolas está super emocionado. Eu também fico muito orgulhosa dele. É isso, a gente troca o tempo inteiro. Um se emociona com o outro, e a vida é assim, né?”, relata a apresentadora.
Vestir a fantasia, aliás, foi um evento à parte. Ela conta que o processo, que levou quase meia hora, exigiu uma coreografia: primeiro colocou a cabeça e só então vestiu o maiô.
+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui
“Primeiro, coloquei os protetores de peito, de cabeça, de testa. Aliás, não coloquei hoje o protetor na pinta. Ou seja: amanhã vou acordar sem a verruga. Vou ter que fazer uma reconstrução da verruga. Ela vai estar ensanguentada na apuração”, diverte- se a soberana.







