Mais que remédios: salas de assistência transformam papel de farmácias
De 2020 a 2025, número desses espaços saltou de 83 para 560 no território fluminense, um crescimento de 575% segundo a Abrafarma
Em meio à overdose de farmácias e drogarias nas ruas — segundo estimativas do Conselho Regional de Farmácia do Rio, são cerca de 7 600 delas operando no estado —, algumas começam a se destacar.
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Inspiradas em modelos internacionais de sucesso, adotados no Canadá, nos Estados Unidos e na Inglaterra, as salas de assistência clínica vêm transformando o papel dos estabelecimentos. Elas oferecem à população um acesso mais simples e acessível a serviços básicos, como revisão de medicamentos, monitoramento de glicemia e pressão arterial. Os pacientes também recebem orientações para controle do colesterol, entre outras iniciativas de prevenção e cuidado contínuo.
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De 2020 a 2025, o número desses espaços saltou de 83 para 560 no território fluminense, um crescimento de 575% segundo a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). “Com essa estratégia, ajudamos a ressignificar o varejo farmacêutico como um hub de saúde e atenção primária”, diz Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma, destacando que a iniciativa contribui para reduzir os índices de não adesão a tratamentos, que beira 54% no Brasil, e desafogar a rede pública.







