Força Municipal de Segurança começa a atuar em março; veja os detalhes

Grupo vai trabalhar armado no combate a roubos e furtos, com base nas manchas criminais

Por Redação 4 fev 2026, 12h18 •
Força Municipal: elite da Guarda foi treinada pela prefeitura
Força Municipal: elite da Guarda foi treinada em academia de formação da prefeitura (Beth Santos/Prefeitura do Rio de Janeiro)
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  • A atuação dos agentes da Força Municipal nas ruas do Rio está prevista para começar em março. Vinculado à Divisão de Elite da Guarda Municipal, o grupo vai atuar em áreas estratégicas definidas a partir de análises de manchas criminais e critérios territoriais. As primeiras bases serão instaladas no Leblon (Zona Sul), Piedade (Zona Norte) e Campo Grande (Zona Oeste).

    Nesta quarta (4), a Prefeitura apresentou os armamentos, viaturas, uniformes táticos e demais equipamentos da corporação, em evento com a presença do prefeito Eduardo Paes, do vice-prefeito Eduardo Cavaliere e do diretor-geral da Divisão de Elite da GM-Rio, Brenno Carnevale.

    Segundo Paes, a segurança pública segue como atribuição das polícias Militar e Civil, enquanto a Força Municipal vai atuar principalmente no combate a roubos e furtos, com base nas manchas criminais. A expectativa, de acordo com o prefeito, é liberar efetivos da PM para ações mais complexas, como a retomada de territórios dominados pelo crime.

    Carnevale afirmou que todos os agentes só irão às ruas com câmeras corporais, medida que garante transparência, produção de provas e prevenção de desvios de conduta. Os equipamentos poderão ser acionados tanto pelo agente quanto pelo supervisor e contam com um modo automático para situações de ocorrência.

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    A Força Municipal contará com cerca de 600 agentes e uma frota de 118 veículos, entre pick-ups, motocicletas e vans, usados em patrulhamento preventivo e ostensivo, motorizado ou a pé, em duplas ou trios. Também foram entregues 1.500 pistolas Glock, além de equipamentos de menor potencial ofensivo e itens de proteção individual. As ações serão monitoradas 24 horas por dia por sistemas integrados ao Centro de Operações e Resiliência (COR).

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