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Livraria Janela inaugura em Laranjeiras com debate de Gregorio Duvivier

Terceira unidade da rede aposta no espírito de vizinhança e em parcerias com cafés e artistas locais para celebrar a vida de bairro

Por Elisa Torres
12 nov 2025, 13h03 • Atualizado em 12 nov 2025, 13h22
sócias da Janela
A partir da esquerda, Leticia Bosisio, Martha Ribas, Antonia Moura e Renata Maciel, as sócias da Janela (./Divulgação)
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  • Depois de meses de espera e muito burburinho pelo bairro, vem aí a Janela Livraria de Laranjeiras. Espaço literário famoso por promover eventos que vão além dos lançamentos de livros em suas outras unidades — Jardim Botânico e Gávea —, a Janela abre as portas no sábado (15),  com direito a mesa literária com Gregório Duvivier, Marcelo Moutinho e mediação de Cláudia Lamego, além de roda de samba com Pedro Paulo Malta no vizinho Esperança Eco, restaurante de combinações criativas com pratos vegetarianos e veganos, que fica bem em frente. O endereço, na esquina da icônica General Glicério com a Rua Professor Ortiz Monteiro, fica bem no coração do bairro, onde já acontece a famosa feira com chorinho.

    Projeto da nova livraria foi assinado por Flavio Rogozinski
    Café, área infantil, espaço expositivo e um mezanino de apoio compõem a nova Janela, que teve arquitetura assinada por Flavio Rogozinski (./Divulgação)

    A Janela chega ao bairro no mesmo ano em comemora cinco anos de história. O projeto nasceu, literalmente, de um olhar atento para o entorno. “Um dia vimos o tapume de uma obra no bairro pichado com frases pedindo livrarias. Aquele grito das crianças dizia muito sobre a falta que faz uma livraria de bairro”, conta Martha Ribas, uma das sócias, ao lado de Antonia Moura, Leticia Bosisio e Renata Maciel. O ponto — onde antes funcionava uma lavanderia — foi descoberto no boca a boca, por meio de conversas entre vizinhos e amigos, bem ao estilo do bairro e da própria livraria. “Laranjeiras tem a vocação de encontro. E o nosso negócio é assim mesmo, afetivo e colaborativo. Estamos nos sentindo muito acolhidas pelos moradores, lojistas e vizinhos”, completa Martha.

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    Martha Ribas e o muro pichado
    Menos farmácias e mais livrarias: Martha Ribas, sócia da Janela Livraria: “Laranjeiras tem a vocação do encontro” (./Arquivo pessoal)
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    A abertura será celebrada com um dia inteiro de atividades. A programação começa às 11h, com contação de histórias para crianças conduzida por Joana Cabral. A mesa  literária de abertura será realizada às 18h, com a participação de Gregório Duvivier e Marcelo Moutinho, além da mediação da jornalista e vizinha Cláudia Lamego, em torno do tema “O céu da língua e o chão da cidade”. O encerramento será com uma roda de samba comandada por Pedro Paulo Malta, outro ilustre morador, no restaurante Esperança Eco, parceiro da livraria — o mesmo que criou um drinque especial para a ocasião, o janela verde (R$ 32,00), feito com morango, xarope de maçã verde, açúcar, cachaça Soledad ou vodca Absolut.

    Drinque Esperança Eco
    O restaurante Esperança Eco produziu um drinque especialmente para a inauguração da Janela (./Divulgação)

     

    Com projeto assinado pelo arquiteto Flavio Rogozinski, o ambiente da nova unidade reflete o espírito de Laranjeiras: acolhedor, urbano e aberto para a rua. O espaço de 100 metros quadrados abriga café, área infantil, espaço expositivo e um mezanino de apoio, com iluminação de Diana Joels e Tomás Ribas. “O nome ‘janela’ surgiu da ideia de um espaço que convidasse à pausa, à reflexão e ao olhar para o mundo de outra maneira”, resume Martha.

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    Fiel ao seu DNA de unir livraria e editora, a marca lança também uma temporada especial de plaquetes literárias, em parceria com o selo Mapa Lab. A coleção, intitulada Temporada Laranjeiras, reúne textos inéditos de autores que vivem ou frequentam o bairro — entre eles os escritores e jornalistas Paulo Roberto Pires, Roberto Muggiati e os artistas Ciça Brandi e Pedro Paulo Malta. O projeto gráfico é da designer Tita Nigrí, também moradora de Laranjeiras, que se inspirou na arquitetura e nos jardins da região.

    Mais do que vender livros, a Janela aposta na convivência. “Nosso DNA é promover o encontro. Apostamos na cidade, na rua, na troca humana”, diz Martha.

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