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Pode confiar? Justiça determina reabertura da ciclovia Tim Maia

O trecho entre São Conrado e o Leblon estava interditado desde 2019, quando uma ressaca causou desabamento de parte da via

Por Da Redação
27 fev 2025, 16h46 •
Ciclovia Niemeyer:
CicloviaTim Maia: primeiro acidente aconteceu três meses após inauguração, em 2016 (Felipe Fittipaldi/Veja Rio)
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  • Inaugurada com pompa em janeiro de 2016, a Ciclovia Tim Maia, que liga a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, ao Leblon, na Zona Sul, foi finalmente reaberta nesta quinta (27), após uma decisão judicial.

    Nestes nove anos, a via passou por várias interdições por conta de desabamentos. O principal deles aconteceu em abril de 2016, três meses depois da inauguração, após parte da pista suspensa sobre a rocha costeira desabar ao ser atingida por uma onda.

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    A queda de um trecho de 26 metros matou Eduardo Marinho Albuquerque, de 54 anos, e Ronaldo Severino da Silva, de 60 anos, que passavam pelo local naquele momento.

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    Depois do primeiro desabamento, a prefeitura fechou o trecho do Vidigal a São Conrado, mas, semanas depois, a Justiça mandou interditar também o percurso Leblon-Vidigal.

    Em setembro de 2016, a Prefeitura do Rio inaugurou o segundo trecho, de 3,1 quilômetros, entre São Conrado e a Barra da Tijuca, enquanto o primeiro trecho continuava interditado.

    Em fevereiro de 2018, a ciclovia teve seu segundo desabamento: cerca de 30 metros do segundo trecho, na saída de São Conrado, cederam durante um temporal. Sob a gestão de Marcelo Crivella, a prefeitura explicou que uma galeria que passava sob a via se rompeu e encharcou o solo, provocando o afundamento. Após o incidente, a Justiça interditou completamente a ciclovia a pedido do Ministério Público.

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    Em janeiro de 2019, um perito designado pela Justiça avaliou que a ciclovia poderia ser reaberta mas, no início de fevereiro daquele ano, um deslizamento de terra derrubou outra parte da via, na Avenida Niemeyer, na altura de São Conrado.

    O trecho da ciclovia entre São Conrado e o Leblon estava interditado desde então.

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    Para garantir a segurança dos usuários, um protocolo foi estabelecido, determinando que a ciclovia seja interditada temporariamente sempre que houver previsão de ressaca e ondas fortes.

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