MP pede prisão de advogada argentina que fez gestos racistas em bar
Turista chamou os funcionários do estabelecimento de "negros" e "mono", que em espanhol significa macaco, além de ter imitado o animal
Injúria racial e gestos racistas. Os crimes cometidos pela advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, no dia 14 de janeiro num bar em Ipanema, resultaram no pedido de prisão feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro na última segunda (2).
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Conforme a denúncia do MP, a turista teve intenção de humilhar os três funcionários do estabelecimento ao chamá-los “negros” em tom pejorativo e “mono” — que em espanhol sigifica macaco —, além de ter imitado gestos do animal. As câmeras de segurança do local registraram as imagens e o vídeo viralizou na internet.
Em depoimento, a advogada afirmou que o gesto foi uma brincadeira e disse ainda que não sabia que se configurava crime no Brasil. Segundo a argentina, sua atitude foi em reação ao pagamento de uma conta incorreta. O MP pediu a prisão para evitar que a turista fuja do país.





