Constelação de artistas celebra 40 anos do Paço Imperial em exposição
São representantes de várias gerações, técnicas e suportes; ideia é festejar com quem já expôs no centro cultural e ajudou a construir sua história
Estrelas não faltam na exposição que marca os quarenta anos do Paço Imperial. Adriana Varejão, Arthur Bispo do Rosário, Beatriz Milhazes, Ivan Serpa, Luiz Zerbini, Maxwell Alexandre e Hélio Oiticica, entre mais de cem nomes, compõem Constelações, que ocupa a partir de 28 de março os doze salões e dois pátios internos do prédio de 1733 — palco de acontecimentos como o Dia do Fico e a Abolição da Escravidão.
Um jardim de Burle Marx, exposto ali em comemoração ao seu centenário de nascimento, em 2008, será recriado para a ocasião, em diálogo com peças de Elizabeth Jobim. Haverá ainda criações inéditas, como a instalação Agrupamento, de José Damasceno, feita com materiais garimpados na feira da Praça XV.
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“Procuramos reunir recortes de várias gerações, técnicas e suportes”, conta a diretora Claudia Saldanha, que divide a curadoria com Ivair Reinaldim. A ideia é festejar com artistas que expuseram ali e ajudaram a construir essa história. “É uma grande festa, com obras que não necessariamente dialogam, dispostas sem ordem cronológica. Cada um pode começar de onde quiser”, convida Claudia. Todos os portões estarão abertos, incluindo o principal, fechado desde a pandemia.





