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É coisa nossa! Passinho vira patrimônio cultural imaterial do Rio

Reconhecido por lei estadual, movimento também é declarado patrimônio imaterial da cidade

Por Redação
18 mar 2024, 16h03 • Atualizado em 18 mar 2024, 16h06
A Batalha do Passinho
Passinho: dança faz parte da cultura das favelas cariocas (//Divulgação)
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  • O Passinho, dança que nasceu com o funk e virou parte da cultura das favelas cariocas, agora é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio. Sancionada na última sexta (15), a lei é de autoria da deputada estadual Verônica Lima (PT).

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    Segundo a deputada, dar visibilidade ao movimento cultural é uma forma de “colaborar na descriminalização do funk e das expressões artísticas dos jovens das comunidades, favelas e periferias, fortalecendo a nossa cultura popular”.

    Desde 2018, com a sanção do projeto da vereadora Verônica Costa (MDB), conhecida como “Mãe loira do funk”, o passinho também é declarado como patrimônio imaterial da cidade do Rio. A dança, que mistura estilos como o break, a capoeira, o frevo e até o balé clássico, nasceu e começou a se popularizar nos anos 2000 em bailes funk no complexo do Jacarezinho

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    Atualmente, há diversos grupos de dança que fazem sucesso com o Passinho e costumam viralizar nas redes sociais. No início de março, bombou na internet um vídeo compartilhado pelo dançarino Peterson Sidy. O que chama atenção é o “sapateado dos crias”, como alguns internautas apelidaram as pisadas bem marcadas dos dançarinos, seguindo o ritmo da música.

    Eu amo que a sandália batendo no chão é o instrumento principal da música”, escreveu na publicação a apresentadora MariMoon. “Kenneado, o sapateado dos crias”, escreveu outro usuário, referindo-se à marca da sandália usada pelos jovens.

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