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PM do Rio troca comandos após casos de violência contra crianças

Os cargos trocados foram os de chefias do Estado Maior, da Corregedoria Interna e do Comando de Operações Especiais

Por Agência Estado Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
12 jul 2017, 15h43 • Atualizado em 12 jul 2017, 15h47
  • pmsgovernodorio
    (Divulgação/Governo do Estado do Rio de Janeiro)

    A Polícia Militar do Rio anunciou que trocou três cargos estratégicos da corporação, nesta quarta-feira, 12, depois de episódios dramáticos de violência envolvendo crianças na cidade, como o caso do bebê Arthur, baleado dentro do útero da mãe. Os cargos trocados foram os de chefias do Estado Maior, da Corregedoria Interna e do Comando de Operações Especiais.

    O coronel Lúcio Flávio Baracho foi escolhido para ocupar o cargo de chefe do Estado Maior, em substituição ao coronel Cláudio Lima Freire. Ele terá como uma das atribuições organizar as operações policiais. Baracho estava à frente do 6º Comando de Policiamento de Área- unidade da PM que cuida da segurança pelas regiões Norte e Noroeste do Rio.Freire ocupava a função desde novembro de 2014.

    Questionada sobre o que motivou a troca, a PM respondeu apenas que “a troca de chefia representa a chegada de um novo oficial para ocupar uma função exaus tiva e de imensa responsabilidade”.

    Já o coronel Wanderby Braga de Medeiros assumirá a Chefia da Corregedoria Interna da PM no lugar do coronel Welste da Silva Medeiros.

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    No Comando de Operações Especiais estará o coronel Marcelo Nogueira para substituir o coronel Wilman Renê Gonçalves Alonso. Em nota publicada no site da PM, nesta quarta-feira, 12, o comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias disse que “outras mudanças ocorrerão”. “(Mudanças) Fazem parte de um processo de renovação natural e permanente na estrutura da nossa Polícia Militar. Especialmente na atividade policial militar, marcada por uma carga de estresse muito grande, a experiência tem nos mostrado que a troca de comando produz efeitos positivos aos oficiais envolvidos, à corporação e, em última instância, à população o que conta com a nossa capacidade de trabalho para protegê-la”, disse.

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