Prefeitura vai aumentar fiscalização de ar-condicionado em ônibus
As empresas que não cumprirem a determinação terão um desconto no pagamento dos subsídios
Com a proximidade do verão, a prefeitura aumentou a fiscalização sobre o funcionamento do ar-condicionado da frota de ônibus do Rio. Segundo a exigência do município, a temperatura dentro dos coletivos deve ser de até 24 graus, ou oito graus a menos do que o registrado na rua, de acordo com sensores instalados nos veículos. As empresas que não cumprirem a determinação terão um desconto no pagamento dos subsídios.
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Os ônibus produzidos até 2019 foram os primeiros alvos e, de acordo com o previsto em uma publicação no Diário Oficial, no último dia 1º, os demais coletivos também passaram a ser cobrados. Ao menos 80% dos registros têm que ser ser regulares (com ar condicionado em bom funcionamento) para que uma viagem seja considerada regular.
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Os dados da climatização obtidos pelos sensores devem ser compartilhados em tempo real com a Secretaria municipal de Transportes (SMTR), assim como os registros de localização emitidos pelos validadores do Jaé.
Desde o início do monitoramento, em julho, quando começou o monitoramento, a prefeitura estima ter descontado R$ 27,5 milhões dos subsídios destinados aos operadores do setor por causa de irregularidades na refrigeração dos ônibus. O montante equivale a 5% dos R$ 460 milhões destinados aos consórcios Intersul, Internorte, Transcarioca e Santa Cruz desde julho. Dos 3,9 mil ônibus licenciados que operam na cidade, 94,6% possuem ar-condicionado, de acordo com o município.





