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Histórias do futebol carioca

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Copa 2014, o balanço do Blog

No que a Copa de 2014 foi parecida com quase todas as anteriores: – Alemanha presente nas semifinais: é a 12ª vez em 18 Copas disputadas, sendo que esteve entre os quatro nas últimas quatro Copas; – Argentina vencendo a semifinal: venceu as cinco que disputou, portanto nunca disputou terceiro lugar; – Decisão entre europeu […]

Por Bruno Salles
21 jul 2014, 02h14 • Atualizado em 25 fev 2017, 18h36
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  • alemanha

    Brasil 2014, Alemanha campeã, entre tantas outras coisas marcantes

    No que a Copa de 2014 foi parecida com quase todas as anteriores:
    – Alemanha presente nas semifinais: é a 12ª vez em 18 Copas disputadas, sendo que esteve entre os quatro nas últimas quatro Copas;
    – Argentina vencendo a semifinal: venceu as cinco que disputou, portanto nunca disputou terceiro lugar;
    – Decisão entre europeu e sulamericano em Copa fora da Europa: é a sétima vez em dez Copas, com as exceções sendo as finais sul-americanas de 1930 e 1950 e a final europeia de 2010;
    – Jogadores de grande destaque perderam suas cobranças na disputa de pênaltis: Alexis Sanchez do Chile, Gekas da Grécia, Bryan Ruiz da Costa Rica, Vlaar da Holanda;
    – Seleções africanas brigando por dinheiro: os jogadores de Camarões ameaçaram não embarcar para Copa, os jogadores de Gana e Nigéria, já no Brasil, ameaçaram não entrar em campo e cada grupo recebeu uma mala de dinheiro vivo que chegou ao Brasil em avião fretado e escolta policial;
    – O tetra veio 24 anos após o tri: o intervalo alemão repete os intervalos de Brasil (1970-1994) e Itália (1982-2006). Como agora não temos nenhum tricampeão, se essa tendência for mantida, teremos pelo menos 28 anos até próximo tetra.
    – Zebras na 1ª fase e vitórias dos favoritos a partir das oitavas.

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    No que a Copa de 2014 foi diferente de quase todas as anteriores:
    – Europeu campeão fora da Europa: somente a segunda vez em dez Copas fora da Europa, mas vale perceber que a Espanha foi a primeira na última Copa, portanto esse tabu pode estar indo por água abaixo;
    – França eliminada no meio do mata-mata:,em todas as Copas anteriores os franceses foram eliminados na 1ª fase ou chegaram à semifinal;
    – O anfitrião não jogou no principal estádio da Copa: ironicamente todas as outras seleções do continente (os sul-americanos) jogaram no Maracanã, e a maior rival, a Argentina, jogou duas vezes;
    – As equipes que sofreram as goleadas: enquanto Costa Rica, Equador, Irá, Argélia, por exemplo, enfrentaram as grandes seleções de igual para igual, entre as maiores goleadas da Copa aparecem França 5×2 Suiça, Alemanha 4×0 Portugal, Holanda 5×1 Espanha, e, claro, o 7×1.
    – Nenhuma seleção estrangeira foi treinada por brasileiro;
    – A Seleção da Alemanha ser a mais simpática da Copa.

    Algumas marcas do 7×1:
    – Maior derrota da história da Seleção Brasileira;
    – Maior goleada sofrida por um campeão do mundo em Copas;
    – Maior goleada sofrida por um anfitrião em Copas;
    – Maior goleada aplicada em uma semifinal de Copa;
    – Maior goleada aplicada no 1º tempo de uma partida de Copa;
    – Menor intervalo de tempo entre dois gols do mesmo jogador (Kroos, 3º e 4º gols) na história das Copas;
    (*) dizem que os computadores da NASA estavam trabalhando na identificação de todas as marcas do 7×1, mas entraram em pane, talvez em solidariedade aos jogadores da Seleção.

    Seleção da Copa do Blog:
    Navas (Costa Rica), Lahn (Alemanha), Vlaar (Holanda), Hummels (Alemanha), Rojo (Argentina); Mascherano (Argentina), Schweinsteiger (Alemanha), James Rodríguez (Colômbia); Robben (Holanda), Muller (Alemanha), Messi (Argentina).

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    Menções honrosas (ou o banco da Seleção): Neuer (Alemanha), Boateng (Alemanha), Kuyt (Holanda), Pogba (França), Kroos (Alemanha), Di Maria (Argentina), Benzema (França).

    Melhor jogador: Robben (Holanda).

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