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Lu Lacerda

Por Lu Lacerda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Jornalista apaixonada pelo Rio

Carioca quer gentileza, sol e… um “sugar” pra chamar de seu

Número de adeptos da hipergamia aumenta no estado do Rio

Por Daniela
1 dez 2025, 15h25 • Atualizado em 1 dez 2025, 16h35
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 (Gemini/Divulgação)
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  • O Rio é a capital da bossa nova, do frescobol, da vida acontecendo na orla e, agora, pode adicionar mais um título: um dos epicentros do relacionamento sugar no Brasil, aquele — como dizer? — arranjo moderno em que alguém paga muito bem — e o outro se diverte. Segundo o MeuPatrocínio, o estado soma 2.318.876 usuários até novembro.

    O número representa um aumento de 16,3% desde 2023 — o que significa que, enquanto metade do país discutia o preço do arroz, a outra metade estava atualizando a bio com: “em busca de conexão verdadeira, viagens e alguém que pague meu brunch”.

    São Paulo ainda lidera o ranking com 5,5 milhões (porque o paulista, você sabe, transforma até romance em negócios), mas o Rio vem ali, firme, leve e solto, aumentando a base de adeptos. O movimento é conhecido como hipergamia, um relacionamento baseado em admiração, ambição e estilo de vida elevado — e, segundo pesquisa com o Instituto QualiBest, 48% dos jovens cariocas entre 18 e 29 anos afirmam ter interesse em experimentar o modelo.

    Os dados do aplicativo mostram que os sugar daddies (homens mais velhos e financeiramente bem-sucedidos) têm renda média de R$ 92 mil — e, convenhamos, razão para dar uma floreada na ficha, ninguém vai conferir. A média de idade é 38 anos.

    As sugar babies, por sua vez, têm renda média de R$ 3 mil, idade média de 26 anos, geralmente estão na faculdade, na pós, no MBA ou no “ainda não sei, mas vai dar certo”, e têm metas de vida.

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    E, claro, as sugar mommies, nossas Odetes Roitman da vida real (a predadora de “Vale Tudo”, interpretada por Débora Bloch), com renda aproximada de R$ 58 mil e idade média de 46 anos. Mulheres que pagam tudo sem tremer a mão — e ainda escolhem onde será a sobremesa.

    O carioca não tem tempo para tabu. Tem pressa, calor, boletos, expectativas e um radar eficiente para oportunidades — emocionais, financeiras ou as duas juntas.

    Mas não pense que o carioca só quer dinheiro: 45% deles apontam a gentileza como atributo número 1. E faz sentido: num estado onde até o calor te abraça, o mínimo é alguém que faça o mesmo.

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