Chappell Roan descobre o poder da torcida do Flamengo
"Enquanto eu estiver à frente da cidade, essa moça jamais se apresentará no ‘Todo mundo no Rio’", disse o prefeito
A cantora americana Chappell Roan, que passou pelo Lollapalooza Brasil no fim de semana, descobriu um dos poderes mais organizados do país: a torcida do Flamengo. Com isso arrumou uma indisposição com mais ou menos 60% da população carioca, puxada pelo agora porta-voz oficial da cidade, o prefeito Eduardo Cavaliere, assumindo o tom do seu antecessor, Eduardo Paes: “Enquanto eu estiver à frente da cidade, essa moça jamais se apresentará no ‘Todo mundo no Rio’. Duvido que a Shakira faria isso. Aliás, Jorginho Frello, sua pequena já é convidada de honra da organização em maio”.
Caso você ainda não saiba quem é Chappell Roan, a cantora virou assunto mundial (sem exagero) depois que Jorginho, jogador do Flamengo e da Seleção Italiana, contou que sua enteada, Ada, de 11 anos, a reconheceu no café da manhã do hotel, sorriu de longe e um segurança foi falar com a família com uma abordagem “extremamente agressiva”, acusando a menina de desrespeito e “assédio”.
O roteiro ganhou mais camadas: Ada é filha do ator britânico Jude Law com a estilista irlandesa Catherine Harding, hoje casada com o jogador. A mãe foi às redes e disse ter “100% de certeza que o segurança não era do hotel. Minha filha não fez nada. Espero que ela aprenda a não permitir que pessoas que trabalhem com ela tratem as pessoas assim”.
A própria cantora também se manifestou: “Elas não fizeram nada. É injusto que a segurança tenha assumido que alguém não tenha tido boas intenções… Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças”.
Aí já era tarde — a história foi parar em veículos como Variety, People, TMZ e Newsweek.





