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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Ana Cecilia Impellizieri: editora Bazar do Tempo comemora 10 anos

Tema foi “Cinco temas fundamentais do feminismo hoje”, com a antropóloga Rita Segato e a sempre afiada Rita von Hunty, mediadas pela jornalista Cris Fibe

Por Daniela 26 mar 2026, 17h59 | Atualizado em 26 mar 2026, 19h06
Rita von Hunty, Rita Segato, Cris Fibe e Ana Cecilia Impellizieri
Rita von Hunty, Rita Segato, Cris Fibe e Ana Cecilia Impellizieri  (Ana Alexandrino/Divulgação)
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Ana Cecilia Impellizieri: editora Bazar do Tempo comemora 10 anos Priorizar nos meus resultados Google
Ana Alexandrino)
Monica de Aquino e Monica Sanches (Ana Alexandrino/Divulgação)
Cris Fibe, Ana Cecilia Impellizieri, Antonia Moura, Martha Ribas e Leticia Bosisio
Cris Fibe, Ana Cecilia Impellizieri, Antonia Moura, Martha Ribas e Leticia Bosisio (Ana Alexandrino/Divulgação)
Rita Segato e Carolina Kasting
Rita Segato e Carolina Kasting (Ana Alexandrino/Divulgação)
Clarisse Escorel e Ana Cecilia Impellizieri
Clarisse Escorel e Ana Cecilia Impellizieri (Ana Alexandrino/Divulgação)
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Ana Cecilia Impellizieri
Flavia Trocoli e Ana Cecilia Impellizieri (Ana Alexandrino/Divulgação)

A editora Bazar do Tempo, fundada pela jornalista Ana Cecilia Impellizieri, já tem uma trajetória: comemorou 10 anos no Estação NET Gávea, nessa quarta (25/03), para a conversa “Cinco temas fundamentais do feminismo hoje”, com a antropóloga Rita Segato e a sempre afiada Rita von Hunty, mediadas pela jornalista Cris Fibe.

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Plateia atenta a temas como violência de gênero, patriarcado, colonialidade, racismo, misoginia, “Red Pill”, o papel dos governos e das empresas de tecnologia. “A violência está aumentando para que os homens, entre si, possam se validar como homens. Por outro lado, o belicismo radical feminino prejudica o discurso das mulheres. No lugar de brigar por poder vencendo os homens, precisamos de outras metas de felicidade para mudar o destino da história”, disse Segato.

Já Hunty disse que “é preciso implodir a gramática do patriarcado, não mais reproduzi-la. A categoria ‘crimes de ódio’ extrapola a questão feminina para a realidade de toda a modernidade ocidental. O que se vê com o movimento Red Pill são os jovens meninos sendo conclamados a conquistar uma posição nessa hierarquia masculina”.

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Assuntos coerentes com o catálogo da editora. “A Bazar é carioca, essa é a minha cidade e estou muito contente de estarmos todas e todos aqui. Um livro é feito por muitas pessoas para ser lido por muitas pessoas, é uma produção e uma prática coletiva. O que nos interessa são as pessoas que fazem os livros”, disse Ana Cecília.

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