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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Etiqueta para torcer pelas ginastas rítmicas

O Governo do Estado investe cerca de R$ 15 milhões no Mundial de Ginástica Rítmica, de 20 a 24 de agosto

Por lu.lacerda
18 ago 2025, 17h00 • Atualizado em 18 ago 2025, 17h30
As leoas da ginástica rítmica em seu último campeonato na Itália
As leoas da ginástica rítmica em seu último campeonato na Itália  (./Divulgação)
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  • O projeto social da MVA, que ensina percussão a jovens moradores de favelas cariocas
    O projeto social da MVA, que ensina percussão a jovens moradores de favelas cariocas (./Divulgação)

    O brasileiro adora um exagero na hora de torcer – e tá tudo bem, até a festa virar bagunça. Mas o Movimento Verde Amarelo (MVA) — aquela turma de camisa verde e amarela listrada que enche estádios e ginásios no mundo inteiro e que você enxerga de longe na TV — decidiu dar uma aula de como vibrar sem atrapalhar, com o lançamento do Manual do Torcedor da Ginástica Rítmica, para o Mundial que vai de quarta a domingo  (20 a 24/08) no Parque Olímpico, na Barra. Nesta segunda (18/08), o governador Cláudio Castro recebeu, no Palácio Laranjeiras, a comitivia do Mundial para a coletiva de lançamento oficial da competição, realizada pela primeira vez na América do Sul, reunindo 78 países e as melhores ginastas do planeta. O Governo do Estado investe cerca de R$ 15 milhões no evento.

    A MVA vai levar 100 pessoas às arquibancadas, com bandeirões e homenagens prontas. Só que, aqui, o grito tem hora certa: depois da apresentação das ginastas, nos momentos de dificuldade ou no final. Durante a execução, silêncio total, respeito à concentração das atletas. Nada de flash, vaias ou discussões – e, claro, objetos ficam longe do tablado.

    Para afinar ainda mais a postura, o MVA chamou Déborah Medrado, Top 5 mundial da modalidade, para ajudar no manual. O movimento ainda usa o esporte como ponte social, levando crianças de comunidades para assistir aos eventos e mantendo o Crias MVA, oficina de percussão para moradores de favelas cariocas. Ou seja: dá pra ser animado e consciente. E, de quebra, ainda inspirar a próxima geração.

    As “leoas”, como as meninas são apelidadas (Bárbara Galvão, Déborah Medrado, Giovanna Oliveira, Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira e Victória Borges) competem por uma medalha inédita. Este ano, elas já conseguiram um feito inédito conquistando o primeiro ouro da Brasil na prova geral (a única olímpica) em uma etapa da Copa do Mundo, em Milão.

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