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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Ipanema: cadê o corrimão? Que gente má é essa?

O mercado dos ferros-velhos ilegais no Rio nunca esteve em baixa e alimenta uma enorme cadeia

Por lu.lacerda
13 Maio 2025, 17h15 • Atualizado em 13 Maio 2025, 17h35
Um dos lados da saída/entrada do metrô sem corrimão
Um dos lados da saída/entrada do metrô sem corrimão  (Gabriel de Britto Silva/Arquivo pessoal)
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  • De segunda para esta terça (12 pra 13/05), furtaram o corrimão de aço inox da saída do metrô da Praça General Osório, em Ipanema. Leitor da coluna foi quem percebeu; o corrimão foi visto por ele no dia anterior.

    O mercado dos ferros-velhos ilegais no Rio nunca esteve em baixa e alimenta uma enorme cadeia, do dependente químico ao retorno como outro produto para o mercado. Segundo a Associação dos Recicladores do Estado do Rio (Arerj), são 720 mil toneladas de sucata ferrosa (ferro e aço) e 120 mil toneladas de metal não ferroso (cobre, alumínio e bronze), sendo que o material furtado representa 1% (8,4 mil toneladas) do que é reciclado e é adquirido “de maneira inadvertida”, segundo a Arerj.

    O que some das ruas vai  para os ferros-velhos que misturam com produtos lícitos oferecidos por catadores. E assim, o seu, o nosso dinheiro, vai pelo ralo.

    corrimão
    O outro lado, até então, intacto (Gabriel Britto da Silva/Divulgação)
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