Mateus Suando — ops, Solano: 140 apresentações de “O Figurante”
Ele suou tanto em cena que, em conversa com convidadas pós-espetáculo, brincou: “Agora meu nome é Mateus Suando.” Não era metáfora.
A sessão de “O Figurante”, solo de Matheus Solano, lotou o Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, nessa quarta (26/11), dentro do festival Todos no TGG, que comemora os 60 anos do histórico palco.
O ar-condicionado estava no talo, mas Solano… também. Ele suou tanto em cena que, em conversa com convidadas pós-espetáculo, brincou:
“Agora meu nome é Mateus Suando.” Não era metáfora.
Dirigido por Miguel Thiré e criado em parceria com Isabel Teixeira, o monólogo acompanha um ator que vive de figurações em novela, enquanto navega entre o desejo tímido de protagonizar e o redemoinho existencial de aceitar o lugar que ocupa — um drama que faz muita gente ter aquele “conheço esse sentimento”.
Solano tinha motivos pra pingar: em 2026, ele completa 30 anos de carreira e já são 140 sessões do seu primeiro solo, desde a estreia há quase um ano, com plateias lotadas em Belo Horizonte, Vitória, São Luís, Gravataí, Porto Alegre e Campinas.
O palco do Glaucio tabém tem um sabor especial para o ator, que estreou ali em 1998“: “Lembro nitidamente da gente costurando o cenário antes de entrar em cena”.
O festival termina no dia 2 de dezembro com a apresentação do solo “Alma Brasileira”, de Marco Nanini.





