Rivotril de volta ao Rio: salvem os nervos cariocas (risos)
Rivotril não é mamadeira, mas, para muitos, é quase item de primeira necessidade na vida carioca
Em nota publicada aqui nesta coluna em setembro de 2025 sobre o desaparecimento do Rivotril (clonazepam) em gotas de 2,5 mg, segue um aviso: o remedinho começa finalmente a voltar às farmácias de todo o país, depois de seis meses de escassez. A versão sublingual, no entanto, ainda não voltou.
Segundo informou a Folha de S. Paulo, a interrupção no fornecimento foi devido a transferência da produção para novas unidades industriais na Europa — informação confirmada pela Biopas Brasil Produtos Farmacêuticos, responsável pela comercialização do medicamento no Brasil.
Como lembrado nesta coluna à época, Rivotril não é mamadeira, mas, para muitos, é quase item de primeira necessidade na vida carioca. A ponto de inspirar até fantasia de carnaval de Narcisa Tamborindeguy: quando ela apareceu com um arco decorado com caixinhas do remédio, não faltou quem ameaçasse “roubá-lo” só para conferir se eram de mentira ou de verdade — prova de que o “Rivo” (para ansiedade, síndrome do pânico e otras-cositas-más já entrou, há tempos, para o folclore urbano da cidade.





