Solar (dos Abacaxis) muda nome, inaugura mostra e sala leitura e faz festa
Na nova exposição são cerca de 40 trabalhos de mais de 30 artistas ocupando os três andares do prédio
O Solar (antes dos Abacaxis) fechou 2025 com novo nome e festa de 10 anos, no fim de semana, com a exposição “Irradiar: para construir instituições da gente” — já entregando o clima com muito calor humano e a maioria dos convidados e participantes usando branco.
São cerca de 40 trabalhos de mais de 30 artistas – incluindo Ailton Krenak, Ana Maria Tavares, Anna Bella Geiger, Antonio Dias, Emanoel Araujo, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Paulo Nazareth, Ricardo Basbaum e Vik Muniz – em três andares da sede na Rua do Senado, ,com peças na parede, no pátio, na escada, no teto e até saindo para conversar com a rua – porque no fim de ano a gente extrapola.
A exposição, assinada pelos curadores Bernardo Mosqueira, Matheus Morani e Camilla Rocha Campos, é a maior já feita pelo Solar e destaca a ideia de liberdade, institucionalidade e futuro, mas nada de papo acadêmico ou filosófico, só comemoração.
A curadoria organizou tudo a partir de núcleo de temas ou lugares:
• O MUTHA, museu transgênero;
• O “Museu de la Madre”, que pede ao público para desenhar suas mães reais ou afetivas;
• Refletor sobre o incêndio do Museu Nacional;
• Brasília e nossos traumas arquitetônicos;
• Vira-página institucional;
• A remontagem de “Faça você mesmo: território e liberdade” (1968), de Antônio Dias — reinventada para ocupar a rua.
O Solar também inaugurou sua primeira Sala de Leitura, com curadoria de Beatriz Lemos — um laboratório de ideias, críticas, queer, pedagógicas e mais.





