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Crítica: solo sobre assassino de John Lennon tropeça

Peça interpretada por Guilherme Nasraui não traz grandes novidades

Por Renata Magalhães
15 dez 2017, 16h20 • Atualizado em 15 dez 2017, 16h20
 (Diogo Calil/Divulgação)
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  • Crítica: solo sobre assassino de John Lennon tropeçaCrítica: solo sobre assassino de John Lennon tropeça Cinco Tiros em John Lennon. Lá se vão 37 anos desde que, guiado por vozes, e horas depois de ganhar um autógrafo do ídolo, Mark David Chapman matou John Lennon. O trágico momento inspira o monólogo em cartaz no CCBB. No palco, o ator e dramaturgo Guilherme Nasraui (foto) interpreta os devaneios em que Chapman teria mergulhado antes de cometer o crime. Com atuação segura, dá vida ao assassino sob a primeira direção teatral assinada por Ana Beatriz Nogueira. A montagem, no entanto, tropeça quando tenta alçar  voos mais altos. Um exemplo: a ideia de associar cada tiro disparado a um golpe sofrido pela cultura, através de projeções, não é eficiente. Bem conhecida, a triste história também é recuperada sem maiores novidades. Vale destacar a poética iluminação de Rogério Medeiros como um dos pontos positivos na breve sessão (40min). 12 anos. CCBB. Rua Primeiro de Março, 66, Centro. Quarta a domingo, 19h30. R$ 20,00. Até sábado (23).

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