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Reparação histórica: negritude e fé em cena contra o preconceito

Duas montagens cariocas enfrentam o apagamento e a intolerância religiosa

Por Lucas Vieira
14 dez 2025, 10h01 •
5 - Lucas Popeta em Quebrando Paradigmas - Crédito fotográfico Ariel Santos.jpg
Quebrando Paradigmas: Lucas Popeta marca os 15 anos da Confraria do Impossível com uma narrativa que cutuca o apagamento do negro no teatro e reverbera a resistência de Abdias do Nascimento (Ariel Santos/Divulgação)
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  • Lucas Popeta celebra os quinze anos da Confraria do impossível com Quebrando Paradigmas, cuja narrativa discute o apagamento do negro na história do teatro brasileiro. gizelly de Paula dirige a montagem, com apresentação única no domingo (21), que reflete sobre resistência e representatividade e é inspirada no legado de abdias do Nascimento e do teatro experimental do Negro. Figuras como Maria do Nascimento, arinda Serafim e Marina gonçalves também são destacadas na ribalta.

    Centro Cultural Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro. Dom. (21), 19h. R$ 20,00 a R$ 40,00. Ingressos pelo sympla.com.br.

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    Exposta a diversas formas da maldade do ser humano, Menina morre nas ruas e se torna uma pombagira — entidade nas religiões de matriz africana capaz de proteger aqueles com trajetórias semelhantes a sua. Essa é a trama de Menina Mojubá, que encerra temporada na terça (16). Escrita por Marcela Treze e dirigida por Gabriel Gama — que também atuam — a produção joga luz à realidade dos que cultuam a mesma fé da protagonista e sofrem ataques físicos e morais, na tentativa de silenciarem suas crenças.

    Teatro Imperator. Rua Dias da Cruz, 170, Méier. Ter. (16), 19h. R$ 10,00 a R$ 20,00. Ingressos pelo eleventickets.com.

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    +Othon Bastos dá lição de tempo e memória na ABL em “Não me entrego não!”

    Menina-Mojubá_Davi-Tavares.jpg
    Menina Mojubá: Da violência das ruas ao amparo de uma pombagira, a peça expõe a intolerância contra religiões de matriz africana (Davi Tavares/Divulgação)
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