Argentina que fez gestos racistas paga fiança e se livra de tornozeleira

Após depósito de R$ 97,2 mil, Justiça autorizou retirar o monitoramento e comunicou a PF para viabilizar a saída do país

Por Da redação 1 abr 2026, 17h15
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Desfecho: acusada de injúria racial, argentina conseguiu autorização para deixar o Brasil depois de mais de dois meses sob monitoramento (./Reprodução)
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A advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, conseguiu retirar a tornozeleira eletrônica no Rio após pagar uma fiança de 97 mil e 260 reais.

A liberação foi determinada pelo juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte, da 37ª Vara Criminal da Capital, e abre caminho para que ela retorne à Argentina depois de mais de dois meses de monitoramento.

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Agostina usava o equipamento desde 21 de janeiro, quando passou a responder a processo por injúria racial. Com o pagamento, a Justiça também determinou que a Polícia Federal fosse comunicada para viabilizar a saída da argentina do país. A retirada do dispositivo ocorreu em uma unidade da Seap.

O caso começou após um episódio registrado em 14 de janeiro, em Ipanema, quando ela foi filmada fazendo gestos racistas, imitando um macaco, direcionados aos funcionários de um bar. Desde então, a acusação passou a tramitar na Justiça.

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