Gabz: “Queria que meus colegas brancos também falassem sobre inclusão”
A Duda de Coração Acelerado recebeu, em junho, o diploma Ruth de Souza da Alerj, pela representatividade nas artes
Nascida e criada em Irajá, Gabz se lembra de cruzar a cidade, ainda criança, para trabalhar na TV.
Ela começou cedo, aos 8 anos, mas na adolescência quis se dedicar ao vestibular para ciências sociais e a explorar a vida por trás das câmeras.
“Costumo dizer que fiz o caminho inverso ao de outras atrizes da minha idade. Na faculdade, me apaixonei pelas batalhas de poesia. Postei um vídeo que viralizou e me chamaram para Malhação”, rememorou a multiartista, que desde então não saiu mais da telinha.
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A Duda de Coração Acelerado recebeu, em junho, o diploma Ruth de Souza da Alerj, pela representatividade nas artes.
“Ser uma negra na televisão é uma grande responsabilidade, porque represento muita gente. Gostaria que meus colegas brancos também falassem sobre inclusão. Esse discurso não pode ser só dos negros”, posicionou-se, aos 27 anos.
Com o fim da novela se aproximando, ela não pretende tirar férias. Quer voltar a cantar e deve estrear no teatro ainda este ano. “Eu e Jaffar queremos gravar uma música juntos”, adiantou, sobre a parceria com Jaffar Bambirra no amor e no ofício.





