Homem que tomou seis pontos na cabeça após confusão com Ed Motta se pronuncia

Defesa do cliente agredido no restaurante Grado afirma que cobrará providências rigorosas da polícia para identificar responsáveis pelas agressões

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 Maio 2026, 19h53 | Atualizado em 7 Maio 2026, 20h06
Cadeira pelos ares: Ed Motta se irritou com taxa de rolha do Grado e arremessou uma cadeira no salão do restaurante.
Cadeira no ar: Ed Motta se irritou com taxa de rolha do Grado e arremessou um assento no salão do restaurante. (Jorge Bispo/Divulgação;/Reprodução)
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A equipe jurídica do cliente agredido durante a confusão envolvendo o cantor Ed Motta no restaurante Grado na madrugada do último sábado (2) se pronunciou pela primeira vez sobre o caso e afirmou que está cobrando providências rigorosas das autoridades para identificar o agressor. Segundo a defesa da vítima, o cliente foi “covardemente agredido” com um soco enquanto estava sentado e também acabou atingido nas costas por uma garrafa arremessada por um integrante do grupo envolvido na briga. O homem sofreu um ferimento na cabeça e precisou levar seis pontos cirúrgicos.

Confira a nota na íntegra:

“Com total indignação pelo fato, a equipe jurídica do cliente agredido no episódio ocorrido na madrugada do último sábado (2), no restaurante Grado, informa que está pedindo providências rigorosas às autoridades policiais para identificar o agressor. Durante a situação que se instaurava no restaurante por terceiros, o cliente foi covardemente agredido com um soco enquanto estava sentado. Em seguida, foi atingido de costas por uma garrafa atirada por um dos integrantes do grupo, enquanto se retirava do local. O ato covarde, por sorte, resultou em apenas seis pontos cirúrgicos na cabeça. Todo o processo legal está sendo conduzido para que a justiça defina a pena indicada”

O episódio ganhou repercussão com vídeos das câmeras de segurança que mostraram Ed Motta arremessando uma cadeira no salão do restaurante, após uma discussão relacionada à cobrança da taxa de rolha. Segundo relato dos donos da casa, Nello Garaventa e Lara Atamian, o grupo formado pelo cantor, Diogo Coutinho do Couto, sócio dos restaurantes Escama e Henriqueta, e outros acompanhantes teria protagonizado agressões físicas, intimidações e ofensas contra funcionários e clientes.

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Em nota enviada anteriormente à imprensa, Ed Motta admitiu ter se excedido, afirmou que estava bêbado e disse ter jogado “uma cadeira no chão”, negando ter direcionado o objeto a funcionários. O cantor também declarou que já havia deixado o restaurante quando a briga entre as mesas começou. O caso foi registrado na 15ª DP (Gávea) como lesão corporal e segue sob investigação.

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