Para Itamar Vieira Junior, qualquer um pode escrever: “Tem que gostar de ler”
A partir desta terça (1º), ele comanda, na Cátedra FGV Pequena África, o curso livre e gratuito Escreviver o Quilombo
Morando no Rio desde 2024, Itamar Vieira Junior vê muitas semelhanças entre o novo endereço e sua cidade natal.
“O Rio é uma Salvador estendida. Nos dois lugares, a herança da diáspora é pulsante”, analisa o escritor, que adora “bater perna” pelas ruas do Centro.
A partir desta terça (1º), ele comanda, na Cátedra FGV Pequena África, o curso livre e gratuito Escreviver o Quilombo.
Em quatro encontros, o autor de Torto Arado pretende estimular narrativas a partir de uma perspectiva afrocentrada.
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“Meu interesse é contar histórias de personagens historicamente silenciados ou representados de uma maneira caricata”, explica.
Vieira Junior acredita que qualquer pessoa pode escrever.
“Desde que haja interesse e gosto pela leitura, porque são faces de uma mesma habilidade.”
O best-seller que já foi adaptado para o teatro inspira o próximo enredo da Vila isabel.
“Fiquei impressionado com o que vi no barracão e sinto um frio na barriga quando penso no desfile”, conta o escritor de 47 anos, que ainda não decidiu se vai cruzar a Avenida ou se só vai assistir à homenagem na Sapucaí.







