Jonathan Ferr: “Não tem como Madureira não aparecer na minha música”
Ele participa pela primeira vez como atração principal do festival Queremos!, no dia 11 de abril, no Vivo Rio, com o show Urban Jazz, o Baile!
Um dos pianistas mais festejados da atualidade, Jonathan Ferr tem rodado o mundo mostrando seu som cheio de referências à ancestralidade e a Madureira, onde nasceu.
Ele participa pela primeira vez como atração principal do festival Queremos!, no dia 11 de abril, no Vivo Rio, com o show Urban Jazz, o Baile!.
“Eu já abri alguns shows de artistas importantes como Snarky Puppy e Kamasi Washington, que inclusive me convidou para participar de seu show em 2022. Foi épico. Mas dessa vez tem um gosto diferente, é simbólico”, diz ele, que apresentará um jazz psicodélico, feito para dançar.
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Aos 38 anos, o músico lembra o que um mestre disse: concentra na ponta dos dedos tudo o que viveu. “E eu vivi Madureira por mais de vinte anos. Minha formação nasceu ali. Nos encontros, no baile do Viaduto de Madureira, no Jongo da Serrinha, na pulsação, na grandeza das escolas de samba. Não tem como Madureira não aparecer na minha música.”
Jonathan carrega em si também religiões de matriz africana: recentemente emocionou plateias tocando para Nanã, para Exu, Caboclo Tupinambá, em lugares como Medellín e Nova York.
“Tem sido uma experiência profundamente mística, de autoconhecimento, de humildade. Tocar essas canções desbloqueia novos saberes.”







