Maria Maud transforma as próprias experiências em letra e música
A cantora e compositora lança, na quinta (3), Minha Confusão, o segundo álbum da carreira
Depois de convocar João Gomes para um arrojado dueto na música Dengo — só no Spotify são 15,6 milhões de reproduções — a cantora Maria Maud lança, na quinta (3), Minha Confusão, o segundo álbum da carreira.
Aos 25 anos, ela não tem neura de transformar as próprias experiências em canções.
“Acho importante que as pessoas se identifiquem com o que eu canto. As letras falam sobre amor, desejo, culpa, solidão e a necessidade de encarar a própria saúde mental”, ressalta.
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Filha da atriz Cláudia Abreu e do cineasta José Henrique Fonseca, Maria sempre soube que seria artista.
“Aprendi a tocar violão com 8 anos e desde então conto com o incentivo dos meus pais. Minha mãe me ensinou a manter a cabeça no lugar e a entender que tudo acontece no seu devido tempo.”
Embora o interesse número um seja a música, a jovem está estudando teatro na CAL e pensa, sim, em atuar mais para frente. “Tenho sentido que a minha performance no palco já está diferente. Estou mais segura”, anima-se.







