“Meu avô me chamava de ‘menina de ouro'”, relembra Alice Caymmi

Em 22 de fevereiro, ela apresenta a Roda Caymmi, só com músicas do avô, na Casa Camolese

Por Marcela Capobianco 13 fev 2026, 06h34
Alice Caymmi VERT - foto Marcela Cure (1).jpg
Alice Caymmi: dezesseis anos de terapia até se sentir pronta para cantar as músicas do avô paterno (Marcela Cure/Divulgação)
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Foram necessários dezesseis anos de terapia para que Alice Caymmi se sentisse pronta para se debruçar sobre o repertório do avô Dorival Caymmi (1914-2008).

“No ano passado, senti que havia alcançado uma estrutura artística e psíquica para levar esse legado adiante, aí lancei a Roda Caymmi”, confidenciou, aos 35 anos.

O projeto, no entanto, foi interrompido após a morte da tia, Nana Caymmi (1941- 2025), em maio, e retorna no dia 22 de fevereiro, na Casa Camolese, no Jardim Botânico.

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“Meu jeito de cantar naturalmente confere uma pegada de samba às músicas do meu avô”, avaliou a cantora, que selecionou clássicos como Maracangalha e Samba da Minha Terra.

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Em abril, ela lança um disco em que reinventa doze canções do compositor baiano. “No encerramento dos Jogos Pan-americanos de 2007 eu apaguei a pira e cantei O Vento. Meu avô adorou e me chamou de ‘menina de ouro’”, emocionou-se. 

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