Sidney Magal: “A potência da minha voz e a energia ainda são as mesmas”

O ídolo sobe ao palco do Qualistage na sexta (8) para homenagear as mães num showzaço

Por Marcela Capobianco 1 Maio 2026, 07h30
Sidney Magal foto Marcos Hermes.png
Sidney Magal: “Acho que se eu tivesse nascido em outro país da América, teria estourado no mundo inteiro" (Marcos Hermes/Divulgação)
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Na próxima sexta (8), antevéspera do Dia das Mães, Sidney Magal vai subir ao palco do Qualistage para homenageá-las.

O repertório inclui hits de Rita Lee, Roberto Carlos e Lulu Santos.

“Mas é na hora dos meus clássicos que a plateia explode”, disse o ídolo, sem modéstia.

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“Não consigo mais dançar lambada do mesmo jeito que fazia nos anos 1990, mas a potência da voz e a energia são as mesmas”, entregou, revelando também que não cuida das cordas vocais nem se exercita com frequência.

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Carioca da gema, Magal ficou conhecido como o Amante Latino, e se admira com a recente onda de exaltação às raízes continentais.

“Acho que se eu tivesse nascido em outro país da América, teria estourado no mundo inteiro. mas eu estou satisfeito com a minha trajetória. Vou fazer 76 anos e mantenho uma agenda cheia de shows”, ponderou.

Vivendo em Salvador há 26 anos, ele gosta de vir ao Rio para rever amigos e jantar em italianos clássicos da Barra, como La Botticella e Fratelli.

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