Camarotes da Sapucaí podem diferenciar preços para homem e mulher?
Especialistas ouvidos por VEJA RIO afirmam que os casos podem ser judicializados após lei estadual
Faltando seis meses para o Carnaval, os tradicionais camarotes da Sapucaí já vêm divulgando seus preços e atrações para a folia de 2027.
No entanto, um fato chama a atenção: alguns deles praticam preços diferenciados para homens e mulheres – em geral, o ingresso masculino é mais caro que o feminino.
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Em julho, a Lei 11.293/26 foi sancionada pelo governo do estado, impedindo que produtos e serviços para mulheres custarem mais caro do que aqueles equivalentes para homens, está oficialmente proibida no estado do Rio.
VEJA RIO, então, perguntou a especialistas da área jurídica se o contrário poderia ser questionado.
A resposta é sim.
Pelo texto da lei, dá para extrair a interpretação e os eventuais casos de discordância podem ser judicializados.
Então caberia aos camarotes justificar, perante à Justiça, que o preço para homens é maior por alguma razão específica.
A norma sancionada pela esfera estadual deixa claro que não há justificativa técnica para a diferenciação dos preços, seja por matéria-prima, tecnologia ou custo de produção.







