Pule de dez? Documentário sobre jóquei conta a história do turfe nacional
Jorge Ricardo, o Ricardinho, com mais de 13.350 vitórias, é a estrela de Photochart: Nascido Para Vencer, que chega aos cinemas nesta quinta (27)
Durante décadas, ter no páreo o jóquei Jorge Ricardo, o Ricardinho, era barbada. Recordista mundial absoluto, com mais de 13 350 vitórias, o carioca de 65 anos é até hoje considerado o Pelé do turfe. “Comparações com o ídolo do futebol e Ayrton Senna me deixam lisonjeado”, orgulha-se o atleta, tema do documentário Photochart: Nascido Para Vencer, de Wagner de Assis e Luis Erlanger, que chega aos cinemas na quinta (27).
É uma chance não apenas de revisitar sua trajetória, iniciada aos 16 anos, mas também a glamurosa história das corridas que reuniam a nata da sociedade, incluindo presidentes da República, na Tribuna de Honra do Jockey Club Brasileiro, em eventos como o Grande Prêmio Brasil, onde elegantes chapéus rivalizavam atenções com os animais.
“Uma pena o esporte não ser muito divulgado. Além disso, é caro, e muitos proprietários de cavalos foram morrendo”, lamenta Ricardinho, que continua em atividade, montando e dando aulas para aprendizes no Hipódromo da Gávea, hoje mais conhecido pelos jovens cariocas por conta de eventos que nada têm a ver com as corridas.. São cerca de 1 500 animais no Rio, pelas contas do jóquei e, em geral, as corridas acontecem de domingo a terça.
+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui
Estes, que nos áureos tempos eram cerca de 6000 animais em todo o Brasil, hoje são por volta de 2500 – 1500 no Rio, pelas contas do jóquei. Eles em geral correm de domingo a terça. Um programão.







