Golpe do exame: como se proteger do crime em que idosa perdeu 160 000 reais
Bandidos se passam por médicos e funcionários de hospitais, mas um pouco de atenção basta para evitar os prejuízos
Golpes envolvendo atendimentos de saúde têm se tornado cada vez mais frequentes e vêm causando prejuízos significativos. Na Zona Sul do Rio, uma idosa perdeu 160 000 reais após cair em um esquema no qual criminosos se passaram por responsáveis pela entrega de um exame realizado em um hospital.
No Tribunal de Justiça, há ações em andamento que indicam a atuação de quadrilhas especializadas, muitas vezes baseadas no acesso ilegal a dados de pacientes, sem o conhecimento das instituições de saúde.
Para evitar golpes ligados a atendimentos de saúde, é importante saber que hospitais e laboratórios não entregam exames por motoboy mediante pagamento nem solicitam cobranças por telefone ou WhatsApp. Também é fundamental desconfiar de contatos com tom de urgência excessiva ou pressão psicológica, uma estratégia comum dos golpistas. Em nenhuma circunstância devem ser fornecidos dados pessoais, bancários ou senhas, nem passado cartão em maquininhas levadas por terceiros. Em caso de dúvida, a recomendação é sempre ligar diretamente para o telefone oficial da instituição de saúde para confirmar a informação.
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