Patrimônio em jogo: IRPH aposta em games para preservar memória carioca
Depois do RPG Rio 107, do livro Patrimônio Para Colorir e do baralho que brinca com bens tombados, duas novidades estão disponíveis no site da instituição
Apostando alto na preservação da memória e nas novas tecnologias, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade vem dando as cartas nos rumos da educação patrimonial na cidade, ao expandir seu catálogo de jogos virtuais para conquistar as gerações mais jovens – – e as antigas também, por que não?
Depois do livro de RPG Rio 107, do jogo Patrimônio Para Colorir e de um baralho, batizado de Tombo (foto), que brinca com bens tombados, duas novidades estão disponíveis gratuitamente no site da instituição. O Acha Rio é um quiz que une história e geografia, enquanto o Mosaico Carioca convida a montar imagens de vários ícones da nossa paisagem em quebra-cabeças.
“Percebemos a importância dessas iniciativas lúdicas. Ninguém protege aquilo que não conhece e ama”, observa Laura Di Blasi, presidente do órgão que completa 40 anos este mês — considerando sua origem como Departamento Geral de Patrimônio Cultural (DGPC), em 1986. Segundo ela, o objetivo da gamificação é gerar uma interação maior do cidadão com o território que ele às vezes olha e não vê. “Estamos soltando a imaginação. A próxima ideia é adaptar todo esse conteúdo para palavras cruzadas”, adianta.







