Como serão os quatro novos terminais de ônibus nas zonas Norte e Oeste
Com investimento de R$ 3,5 milhões, obras em Coelho Neto, Colégio, Campo Grande e Santa Cruz prometem melhorar a rotina de cerca de 1 milhão de passageiros
A Prefeitura do Rio vai investir R$ 3,5 milhões na construção de quatro novos terminais de ônibus nas zonas Norte e Oeste da cidade.
As obras, previstas para começar em junho, serão realizadas em Coelho Neto, Colégio, Campo Grande e Santa Cruz e têm como objetivo oferecer mais conforto, segurança e organização para cerca de 1 milhão de passageiros que utilizam o transporte público diariamente.
Na Zona Norte, os novos terminais serão implantados próximos às estações de metrô Coelho Neto e Colégio, na Linha 2.
Os locais funcionam como importantes pontos de integração entre ônibus e metrô para moradores de bairros como Acari, Barros Filho, Costa Barros, Irajá e da própria Coelho Neto.
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Segundo a prefeitura, as intervenções buscam qualificar áreas que concentram grande fluxo de passageiros e que já vinham sendo alvo de ações de ordenamento urbano, as obras fazem parte da agenda de infraestrutura urbana da gestão do prefeito Eduardo Cavaliere.
Já na Zona Oeste, os terminais estarão nos cruzamentos da Rua Álvaro Alberto com a Rua Felipe Cardoso, em Santa Cruz, e da Rua Campo Grande com a Rua Padre Pauwles, em Campo Grande.
Os dois bairros, considerados os mais populosos da cidade, concentram mais de 500 mil habitantes e registram intensa movimentação de passageiros em direção a outras regiões do Rio.
As intervenções incluem melhorias nas áreas de embarque e desembarque, com foco na acessibilidade, organização e segurança dos usuários. De acordo com o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Diego Vaz, os novos terminais atendem regiões estratégicas da cidade e representam um avanço para quem depende do transporte coletivo. “Quem usa transporte público todos os dias merece um espaço que respeite essa rotina”, afirmou Vaz.
O secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes, destacou que os equipamentos vão qualificar pontos de grande circulação e facilitar a integração entre diferentes modais.





