Rodoviários mantêm estado de greve, mas não vão paralisar o trabalho
Categoria rejeitou proposta do Rio Ônibus de reajuste de 5% nos salários e de 6% na cesta básica
Os motoristas de ônibus vão seguir em estado de greve no Rio. A decisão foi tomada na tarde desta quinta (23), em assembleia do Sindicato dos Rodoviários. A categoria rejeitou a proposta de reajuste de 5% no salário e de 6% na cesta básica, mas decidiu não aderir a uma nova greve geral. A opção foi por fazer negociações com cada empresa individualmente, em vez de tratar a questão com o sindicato das empresas de ônibus, o Rio Ônibus. Caso as propostas não sejam aceitas, o sindicato indicou que pode fazer paralisações pontuais com trabalhadores de determinadas empresas, impedindo os ônibus de saírem das garagens.
Com a recusa da proposta do Rio Ônibus em assembleia, as negociações com o sindicato das empresas de ônibus foram encerradas. Na quarta (22), a 5ª audiência de conciliação entre rodoviários e empresas de ônibus para discutir a greve no Rio de Janeiro terminou mais uma vez sem acordo entre as partes no Tribunal Regional do Trabalho. O TRT estabeleceu um período de 10 dias para que as partes apresentem suas propostas, e a partir daí a Justiça do Trabalho vai tomar sua decisão em um julgamento do dissídio.
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O município conta com uma frota de cerca de 3.600 coletivos. Os Os rodoviários reivindicam reajuste de 12%, dividido em 2 parcelas; piso salarial de 5 mil reais para motoristas do BRT e de 4 mil reais para os demais; vale alimentação de mil reais; plano de saúde; mudanças na escala de trabalho e jornada de sete horas e meia.







