Incêndio no Shopping Tijuca: à polícia, brigadistas apontam falhas

Segundo a equipe responsável pelo local, o mecanismo de detecção de fumaça não funcionou e isso impediu que as chamas pudessem ser combatidas com extintores

Por 13 jan 2026, 10h40 | Atualizado em 13 jan 2026, 10h46
Shopping Tijuca
Shopping Tijuca: hidrante na loja onde começou o incêndio estava sem água (Corpo de Bombeiros/Divulgação)
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Em depoimentos prestados à Polícia Civil, os bombeiros que integram a brigada de incêndio do Shopping Tijuca informaram que houve falha no acionamento do mecanismo de detecção de fumaça da loja Bell’Art, no subsolo do centro comercial.

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O local foi atingido por um incêndio no dia 2 de janeiro e deixou dois funcionários mortos.

Como o equipamento de alarme que se comunica com a área de segurança do shopping não funcionou, quando os agentes chegaram já não era mais possível combater o fogo com extintores.

Foi preciso, então, acionar as mangueiras, o que leva mais tempo para combater as chamas, como explicou o advogado Alexandre Lopes, da CM Couto, empresa terceirizada responsável pela brigada do Shopping Tijuca.

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Segundo o diretor de operações, Jorge Benedito de Oliveira, a funcionária Emellyn, que trabalhava para a CM Couto, deve ter morrido asfixiada depois de retirar a máscara quando o oxigênio do equipamento acabou.

Ainda não se sabe quanto tempo demorou para que o Corpo de Bombeiros fosse acionado — responsabilidade que seria do shopping.

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A polícia já está com as imagens do momento, que estão sendo analisadas pelos agentes da 19ª DP (Tijuca). O local segue fechado dez dias após o ocorrido.

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