Transição do Lâmina integra serviços e incorpora recursos diagnósticos
As unidades seguem funcionando normalmente. A principal mudança está na ampliação da oferta de exames e especialidades
Há quase cinco décadas, a rede de medicina diagnóstica Lâmina faz parte da rotina de muitos cariocas. Seja para um exame de sangue, um ultrassom na gestação ou uma ressonância magnética, a marca está presente no dia a dia de quem busca cuidar da saúde no Rio.
Agora, os 11 endereços que hoje operam sob a bandeira Lâmina passam por um processo de transição para as marcas Sérgio Franco, CDPI Bronstein e Alta Diagnósticos, marcas conhecidas pelos fluminenses e que há décadas integram o setor de medicina diagnóstica do estado.
Para quem utiliza os serviços, pouca coisa muda na rotina. Os locais seguem funcionando normalmente, sem interrupções, e as equipes permanecem as mesmas.
A prioridade é garantir a continuidade do atendimento, mantendo as equipes que os pacientes já conhecem, agora sob marcas que também fazem parte da história da medicina diagnóstica no Rio”, afirma Rafael Bastos, diretor regional da Dasa no Rio de Janeiro.
Para os pacientes, a principal novidade será o acesso a um portfólio mais amplo de exames, especialidades e serviços.
O que muda em cada endereço
“Estamos reorganizando nossas operações no Rio de Janeiro para oferecer uma rede mais completa para os cariocas. O cuidado, a qualidade e a confiança que sempre fizeram parte do Lâmina continuam presentes, agora por meio de marcas já conhecidas na cidade por sua tradição, tecnologia e qualidade nos serviços ofertados”, afirma Roberto Cury, vice-presidente de Atendimento e Experiência do Cliente da Dasa.
As mudanças variam de acordo com os serviços oferecidos em cada local. Espaços que realizam exames laboratoriais e de imagem passam a operar sob as marcas Sérgio Franco e CDPI juntas. Pontos dedicados exclusivamente às análises clínicas serão incorporados ao Sérgio Franco. O Bronstein amplia sua presença em regiões estratégicas do estado com oferta completa de serviços de análises clínicas e imagem, enquanto os espaços que já compartilhavam estrutura com o Alta Diagnósticos passam a funcionar integralmente sob a marca premium da Dasa.
O planejamento levou em conta as características de cada local e as necessidades de cada região.
Quem faz check-ups periódicos, acompanha uma gestação ou precisa de procedimentos mais especializados passa a encontrar mais opções de atendimento dentro do mesmo local.
Sérgio Franco, CDPI, Bronstein e Alta Diagnósticos passam a absorver essas atividades mantendo os mesmos padrões técnicos e de segurança que acompanham a trajetória do Lâmina há 48 anos.
Dos exames genômicos à inteligência artificial
Parte das novidades acontece nos bastidores. Outra já pode ser percebida no momento do exame.
Hoje, a inteligência artificial está presente em cerca de 50% do parque exames de imagem da Dasa e auxilia procedimentos como ressonância magnética, tomografia computadorizada, medicina fetal e exames de mama. O uso dessas ferramentas contribui para aprimorar a qualidade das imagens e reduzir o tempo necessário para determinados procedimentos.
Nos laboratórios, sistemas automatizados ajudam a acelerar etapas do processamento das amostras. Um dos exemplos é a urocultura expressa, capaz de entregar resultados em aproximadamente 45 minutos.
Entre as novidades estão exames genômicos e a biópsia líquida, recursos que vêm ganhando espaço na medicina de precisão e ajudam médicos a tomar decisões mais individualizadas.
A Dasa realiza mais de 440 milhões de exames por ano no país e tem ampliado o uso de ferramentas digitais em suas operações.
“Estamos focados em transformar nossa escala em acesso à inovação. Com essa integração, levamos serviços mais avançados aos pacientes e fortalecemos a medicina personalizada em nossas operações no Rio de Janeiro”, afirma Cury.
Continuidade para pacientes, apoio para médicos
Quem já faz exames regularmente também costuma se perguntar o que acontece com o histórico médico. Os resultados anteriores continuam disponíveis pelo Nav Dasa, sem necessidade de novo cadastro ou transferência de informações.
As equipes de recepção, coleta e atendimento seguem nos mesmos locais durante toda a transição, garantindo continuidade para quem já está acostumado a realizar exames nesses endereços. A Dasa permanece à frente das marcas envolvidas nesse processo no estado.
As mudanças também interessam aos médicos que acompanham esses pacientes.
“Por meio do Núcleo de Assessoria Médica, oferecemos suporte científico desde a solicitação do exame até a interpretação dos resultados”, afirma Andréa Lamosa, superintendente de Relacionamento Médico da Dasa no Rio de Janeiro.
O nome na fachada pode mudar. O restante continua familiar para quem já frequenta essas unidades: as equipes permanecem, o histórico médico segue disponível e os pacientes passam a contar com mais opções de exames, especialidades e tecnologias.





