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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Gastronomia (Bruno Calixto): Manu Zappa e os 18 anos do Prosa na Cozinha

A chef dava as primeiras pitadas do que viria a ser um marco na história da culinária brasileira

Por lu.lacerda
Atualizado em 26 mar 2025, 18h57 - Publicado em 26 mar 2025, 18h00
Manu Zappa comemora 18 anos de ótimos serviços culinários  (Divulgação/Divulgação)
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Tartare de atum com creme de burrata
Tartare de atum com creme de burrata (Bruno Calixto/Divulgação)
Risoto de abóbora com queijo de cabra, rúcula e semente de girassol
Risoto de abóbora com queijo de cabra, rúcula e semente de girassol (Bruno Calixto/Divulgação)
Bife Wellington com salada verde e risoto
Bife Wellington com salada verde e risoto (Bruno Calixto/Divulgação)
Salada Niçoise
Salada Niçoise (Bruno Calixto/Divulgação)
Salmão curado
Salmão curado (Bruno Calixto/Divulgação)
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Dezoito anos passam voando, ainda mais dentro da cozinha, onde tudo parece andar a passos galopantes, num ritmo acelerado. Há 18 anos, quando o Brasil passou a ouvir dizer da chef carioca Roberta Ciasca e o Leblon já dava os primeiro sinais de polo cultural e gastronômico, Manoela Zappa dava as primeiras pitadas do que viria a ser um marco na história da culinária brasileira: a criação do prosa na cozinha, nome sugerido pela irmã, minha colega de boas mesas e amiga jornalista Carol Zappa. “A intenção era transformar a cozinha em algo maior, no sentido de ser um espaço que agregue todos, em qualquer assunto possível”, conta Manu, que responde a cinco perguntas da coluna sobre o aniversário da marca.

Que tal antes do Prosa?

Fui morar em Londres e trabalhei por dois anos na cozinha do Hilton. Quando voltei, fui pra São Paulo, e minhas amigas começaram a pedir umas dicas e umas aulas. As meninas do Rio ficaram com ciúmes; então comecei a ficar na ponte aérea. Morava 15 dias em SP e 15 no Rio, onde dava aulas na casa da minha mãe, que ficava sem jantar, esperando o que sobraria das aulas (risos).

Que tal já com o Prosa?

Dava aulas na minha casa em SP e, no Rio, na casa da minha mãe. No início, eram recém-casadas que queriam aprender a fazer uma receita ou outra. Com o passar do tempo e com a gastronomia cada vez mais em alta, mais e mais gente foi chegando, até que tive que alugar um espaço só pra gente. Com isso, eu já não conseguia mais fazer aulas todos os dias e comecei a convidar os chefs amigos, e o Prosa passou a ser uma vitrine para novos talentos e também para quem já tinha seu nome feito no mercado.

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Em que o Prosa te situou como chef?

A ideia do nome foi da minha irmã, Carol Zappa, também para associar a cozinha a outras formas menos óbvias de entretenimento, já que partimos da premissa de que gastronomia é cultura. O Prosa me reafirmou que a cozinha pode e deve ser um lugar para todos, e que cozinhar não é um bicho de sete cabeças. Um dos nossos maiores trunfos é desmistificar a culinária. Estar na cozinha passa a ser prazeroso e enriquecedor, onde a família ou o casal se reúne. Isso, por si só, é um momento de prazer e afeto.

Qual salto de 18 anos para cá?

Começamos apenas com aulas, e hoje o Prosa é um hub gastronômico. A gente faz eventos, jantares, feiras, encontros, viagens, ações em barco, shows, encontros, buffets e tudo o que possa ser feito através do eixo central da gastronomia.

Que tal a maioridade? Qual o sabor dos 18 aninhos?

Todos os principais chefs, restaurantes e produtores do Rio de Janeiro já passaram pelo Prosa. Além disso, importantes produtores de vinhos naturais do mundo estão sempre por aqui, para degustações, aulas ou jantares harmonizados.

tarja calixto
(Arquivo pessoal/Reprodução)
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